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| Femme Fatale - Britney Spears |
Após sucessos consecutivos desde "... Baby One More Time" até o sutil "Circus", Britney Spears está de volta à indústria musical com o ousado "Femme Fatale". Quem não se surpreendeu ao ouvir o dubstep europeu logo no início do primeiro single, "Hold It Against Me"? Quem não se arrepiou ao se deliciar com o "haaaazzzzyyyyy" assinado pela cantora na segunda estrofe de um dos hits mais tocados pelas rádios mundiais? Mesmo com tantas críticas sobre a performance da rainha do pop no palco, ela mostra que o trono não deve ser dividido com a talentosa Lady GaGa. Só há lugar para uma. E Spears não pretende medir esforços para reivindicar os direitos do mundo pop.
O CD é claramente direcionado a quem precisa de energia para malhar ou dançar. A própria faixa de abertura do álbum torna explícita a alma da obra. "Till The World Ends", co-escrita por Ke$ha, fala sobre abandonar tudo e se deixar levar pela batida da música, mesmo que o mundo esteja acabando. "Big Fat Bass", com participação de Will.i.am, vem com letras fracas, mas uma batida que faz qualquer um se levantar e dançar - embora a repetição do refrão chegue a incomodar depois de um tempo. As únicas "baladas" do setlist - "Inside Out", "Criminal", "Trip to Your Heart" e "He About to Lose Me" - quase perdem as características românticas ao serem envolvidas por dubstep e exgerado auto-tune, que distorce e favorece os dotes vocais da cantora ao mesmo tempo.
A sétima obra de Spears pode não ser a melhor da carreira - confiram "In The Zone" para saber do que estou falando -, mas definitivamente mostra que a moça fez e continuará fazendo história na indústria. Mesmo com nenhuma música da autoria de Britney, a cantora mostra que sabe selecionar a equipe técnica. A participação de Dr. Luke, Max Martin e Ke$ha garantiram um dos melhores álbuns de 2011.
Não se esqueçam de voltar até sábado para mais uma resenha. Até mais, Beautiful Suckers!

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