Um garotinho de oito anos está sentado na cama e se arruma
para ir à escola. Ele assiste ao seu programa favorito quando uma notícia de
última hora interrompe a programação matutina. A voz embargada do âncora
anuncia que um avião havia se chocado contra uma das torres do World Trade
Center, em Nova York. O menino não entende o que vê, então chama a mãe, ocupada
na cozinha, para contar o que viu. A mulher fica pasma ao ver as imagens
aterrorizantes e pergunta ao filho “Isso é um filme?”.
Acho
que o mundo todo esperava que aquilo não passasse de uma propaganda inovadora e
de mal gosto de um filme. Infelizmente, aquela era a consolidação de ódio e
radicalismo. Eu era o garotinho do qual lhes falei, e foi exatamente isso que
aconteceu no dia 11 de setembro de 2001, há exatos dez anos.
Tive
vontade de escrever sobre o assunto, pois é incrível como todos se lembram
exatamente do que estavam fazendo neste fatídico dia. No mais, gostaria de
dizer que sinto pelas famílias que perderam queridos pais, mães, filhos e netos.
Isso porque não imagino como vou reagir diante da perda de um parente, ainda
mais em uma situação tão chocante como a do dia 11 de setembro.
Acontece
hoje uma homenagem às vítimas do atentado. As famílias podem entrar no marco
zero, local onde as torres ficavam. Lá, elas poderão ver o nome dos entes
queridos e lembrar da tragédia que mudou não só os EUA, mas o mundo inteiro.
Não
importa qual seja a sua crença, faça uma oração pelas famílias norte-americanas
que são obrigadas a enfrentar um espaço fisicamente vazio, porém repleto de
terror.
Amor e
respeito acima de tudo, Beautiful Suckers.

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